Quem seria o Flávio?
Sou alguém que habita muitos mundos ao mesmo tempo — e é exatamente isso que me define.
Sou psicólogo formado pela Universidade São Francisco, com atuação baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental. Meu trabalho é ajudar pessoas a compreenderem suas emoções, a navegarem pelos desafios da vida com mais clareza e a viverem de forma mais plena. Mas sou também cientista da computação, alguém que acolhe as complexidades do ambiente corporativo e colabora na construção de soluções reais para os problemas tão humanos que surgem no dia a dia das empresas.
Sou ainda nipo-brasileiro — carrego com orgulho a herança japonesa, participando ativamente de eventos, tradições e do trabalho voluntário junto à comunidade japonesa no Brasil, enquanto abraço, com igual entusiasmo, o calor e a acolhida tão únicos da cultura brasileira.
Com tantas facetas, formações e comunidades, há um fio condutor que atravessa tudo isso: o pertencimento. A necessidade de se conectar às pessoas, de construir algo junto, de ter trocas genuínas. No fundo, algo que nos define como seres humanos.
Vivemos uma época curiosa. Nunca foi tão fácil criar conexões — qualquer pessoa está a um clique de distância. E, paradoxalmente, nunca pareceu tão difícil sustentá-las. Manter vínculos sólidos exige um esforço que, muitas vezes, parece além do que estamos dispostos a oferecer.
São esses dilemas — cheios de contradições, sensações e emoções — que mais me fascinam. Porque tudo isso é profundamente humano. E é justamente o que nos dificulta que também tem o poder de nos aproximar, quando escolhemos olhar para isso com cuidado e honestidade.
São temas assim que me movem, que me instigam a querer acolher mais, entender melhor e ajudar as pessoas de forma cada vez mais significativa. É com essa intenção que estou aqui.
Prazer — tudo isso me faz ser o Flávio.